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na sala do hospital

A presença viva
os distancia do corpo
um ouvido interior
uma disposição do espírito
um abraço consola o medo
da força.
Para acordar desse sono...
a vontade arrebata
repousa,
no mais íntimo infinito.

Comentários

  1. Que último verso é esse, guria?!
    Lindo, lindo
    - com todos os "ins" do "íntimo infinito"!

    Sempre fico muito de olho
    como você corta o verso:
    tem um tempo preciso, perfeito.

    Se de boas dúvidas se fazem um ótimo poema,
    o título me põe um tiquinho de dúvida,
    mesmo vendo nele uma 'informação' importante,
    e "um abraço consola" não agrada tanto,
    embora "acordar desse sono" seja ótimo.

    Aquele abraço,
    Mãos à obra-prima,
    Paulo.

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...

foi aí por aí....

"o povo não se mexia mais, apavorado, com medo, medo de fechar as portas, com medo de ficar na rua, com medo de falar e de ficar calado, com medo de existir."

(guimarães rosa)