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entre o que tenho nas mãos
e os naufrágios que me serve o amanhã
a única espera é de aferrar-se
ao tempo

antes que tudo fosse importante.

Comentários

  1. gostei dos poemas que li aqui, muito bacana o seu espaço.

    adorei esse poema!

    escreve de forma simples sobre coisas não tão simples. nessas minhas viagens nos blogs em busca da palavra estou sempre com o olhar voltado para essas coisas, que bom ter encontrado esse "cantinho"!

    um abraço e parabéns,
    Geraldo.

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  2. sim e um "cantinho" muito agradável, agradeço a visita lá no meu, quando quiser voltar, será sempre bem vinda,

    um abraço e até menos!

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  3. Ungaretti tá te fazendo um bem...

    Mas esse 'antes' me lembra outra pessoa...

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  4. Lado a lado estão as influências e o olhar singular de Simone. Gosto cada vez mais de seus poemas, que unem hermetismo e simplicidade na dose certa, abrindo espaço para o não-dito, o enigma, o grande segredo da poesia...

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foi aí por aí....

"o povo não se mexia mais, apavorado, com medo, medo de fechar as portas, com medo de ficar na rua, com medo de falar e de ficar calado, com medo de existir."

(guimarães rosa)