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ao trazer à casa a imperfeição das coisas que te consumiram ossos e cabelos, mudamos de cadeira sentamos em outro lugar, habitamos outro lugar.Entramos na memória dos muros e de lá não víamos mais nada a não ser a fábrica de razão aqui de fora, percebemos muralhas ainda por revelar
O que sabíamos fazer era dar sopros na história todos para trás, todos invisivelmente reais ouvindo seus cantos de pedra.

Comentários

  1. Bonita,

    gosto dos seus escritos de faca,
    vislumbres
    e costuras miudinhas de palavras.

    Carrego comigo,
    a Simone e a poesia dela.

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foi aí por aí....

"o povo não se mexia mais, apavorado, com medo, medo de fechar as portas, com medo de ficar na rua, com medo de falar e de ficar calado, com medo de existir."

(guimarães rosa)