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Deixe-me entre
o santo e a vacuidade das coisas
Na transparência do fundo
há muito tempo te disse
da imitação aborrecida de um mundo
que sonha
que vê a fuga

um desabafo de ninguém
na respiração relembrada do cansaço


conversa de abismos
faísca de rastros
vergonhas conhecidas
habitam a língua do dia.

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...

foi aí por aí....

"o povo não se mexia mais, apavorado, com medo, medo de fechar as portas, com medo de ficar na rua, com medo de falar e de ficar calado, com medo de existir."

(guimarães rosa)