O chão enfeita-me o rosto. Acorda um pensamento invasão do mar no espírito. Que eu saiba, entravam e saíam viravam pelo avesso do osso fazendo sombra na infância dos meus olhos.
De um dos espaços ter retornado um olhar virado em grito. Que fez desenhar tudo em um só alvoroço Que te fez carregar um peito arrepiado ainda por identificar. Suspenso em qualquer gesto de estranheza carrega sem peso uma escada na garganta.