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um mar para emergências tecido de ruga e apelo motor ocupado de tempo O dia inteiro trabalhar nisso de novo não culpar a ausência nas esquinas ela é muita íntima e funda para ser de todos um aceno branco se repete
na vez da graça atar a corda aos cabelos aliviada a desaguar gastos nasce o fundo da semente vibrante íntimo âncora dos dias medidor e mirada dos pés o arco dos olhos descasca o vacilante

Francis Alys

é o crescer da voz nessa distância um tempo que cabe em todos os teus sapatos dizer da ave e do pó. um olhar entre as pedras surgindo outro chão mãos dadas ao dia nele a hora do sol te encontra e no peito palavra alguma.
No furacão um tranquilo lugar os pés cortados conhecem a festa, hora fria a tua toda proteção é visita na calçada Tudo é necessário para a velhice dessa noite
em tudo vermelho