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quieta ao nascer das confidências
um vulcão de alcance
nasce na garganta.
por um espanto
com o vento dos vãos
um ser age
dentro da colina.

Comentários

  1. li lendo ao mesmo tempo a imagem que você disse que caberia


    ..
    o mesmo vento

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  2. e, engraçado
    escrevi esse comentário e fiquei pensando aqui,
    que ele não tem sentido algum.

    acaba tendo pra mim
    a partir do que sinto quando leio...

    mas no fim das contas, nada se entende né? rs
    acho que é uma forma de interagir de alguma outra forma com o que fica

    e com o que está aí para ser lido e sentido


    enfim,

    um abraço!

    ResponderExcluir
  3. Gosto quando você faz poemas menores.
    Prefiro "quieta (/) ao nascer das confidências" e "um ser age/dentro da colina".

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foi aí por aí....

"o povo não se mexia mais, apavorado, com medo, medo de fechar as portas, com medo de ficar na rua, com medo de falar e de ficar calado, com medo de existir."

(guimarães rosa)