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desafio a tempestade que cai grande a palavra na sombra é alta teria dessa altura o exílio dos raios na extensão do esforço, no centro da árvore todo valor é estreito
Anoitece em mim condição do repouso à luz, ouço sobre o arder da vida ilhar-se onde tudo contém contemplo teu tempo está sempre a chegar mais íntimo te sinto pois ainda sei muito pouco de ti desse modo rasgo o céu hoje minha fonte é clara
minha voz vai olhar entre o muro negro da terra altas janelas, e tudo é caminho grandes colunas erguem-se diante da luz poder estar lá é durar como a primeira visita ao meu repouso.
moviam folhas na hora das perguntas, a solução do dia nos papéis era se perder vibrar até o fim de um rio e de lá para um céu que corre ser grande esse instante
a fábrica chega entre o que vai é a chegada do risco que me deixou dos bancos brancos para o descanso da chuva. Limpo, todo os cantos nascem no peito a ida é sempre uma volta como um par de arco-íris.