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na vez da graça atar a corda aos cabelos aliviada a desaguar gastos nasce o fundo da semente vibrante íntimo âncora dos dias medidor e mirada dos pés o arco dos olhos descasca o vacilante

Francis Alys

é o crescer da voz nessa distância um tempo que cabe em todos os teus sapatos dizer da ave e do pó. um olhar entre as pedras surgindo outro chão mãos dadas ao dia nele a hora do sol te encontra e no peito palavra alguma.
No furacão um tranquilo lugar os pés cortados conhecem a festa, hora fria a tua toda proteção é visita na calçada Tudo é necessário para a velhice dessa noite
em tudo vermelho
Emily Dickinson Hoje por volta do meio-dia ela estava tão perto que eu podia tocá-la Hoje à noite ela está para lá destas ruas das árvores dos sinos para lá de qualquer conjectura
campo dito em pedaços altos cabelos enrolavam os olhos um acordar que parecia susto Aguente-se em teus joelhos! lembro-me do sono quando preso estava o pássaro na garganta